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Pedro Gomes:MPE realiza oitiva em ação que julga suposta compra de votos nas eleições de 2016 em que envolve vereador Pequeno.

►►Processo é movido pelo MP que apura suposta compra de votos por Pequeno nas eleições de 2016.

por:Paulo da Silva, editada para acréscimos

Aconteceu na tarde de hoje(05)a audiência na Comarca de Pedro Gomes da ação que apura a suposta compra de votos nas eleições de 2016, ao qual envolve o  vereador Maquielves Lopes Grison(PSDB) o Pequeno.

 Nas eleições de 2016, Pequeno acabou sendo o segundo mais votado, apurando 396 votos nas urnas. Na segunda-feira 03/10/2016, após denúncias ao MP a Polícia Civil realizou uma ação de investigação na residência do vereador recém eleito e apreendeu documentos onde continha uma lista com nomes e na frente seguida do que pode ser interpretado como a descrição de valores. 

Embora Pequeno seja o líder do prefeito na Câmara Municipal, Pequeno tem cada vez mais se isolado da gestão de William do Banco.

A ação é movida pelo Ministério Público que  arrolou ao todo seis testemunhas, a serem ouvidas hoje(05), porém apenas três foram localizadas. Tanto Pequeno, como Normando não estavam presentes na oitiva, e foram representados por seus advogados. Não houve a conclusão da audiência face a ausência de uma testemunha que será ouvida em outra data.

Com rezoneamento do Cartório Eleitoral, que será transferido para Sonora, já no dia 15 deste mês, o processo irá ficar parado, sem data para novas ações do MP. Com isso, os advogados ganham tempo e Pequeno continua exercendo seu mandato de vereador.

Entenda o caso.

Um dia após as eleições ocorridas em 02 de outubro de 2016, o Ministério Público e a Polícia Civil realizaram uma operação para apurar as suspeitas de compra de votos em Pedro Gomes. Houve buscas nas residências do hoje vereador Maquielves Lopes Grison, o Pequeno(PSDB) e no escritório do contador da coligação Um novo tempo, um novo caminho, Normando Motta.

Na época, Pequeno foi ouvido pelas autoridades locais e liberado.  Normando Mota, foi preso após a polícia por ter encontrado um revólver calibre 38 sem registro. Foi liberado mediante fiança. O fato na época causou indisposição entre Pequeno e o atual prefeito William. Embora ação do MP não seja na majoritária, ou seja, não envolve a eleição de William, acabou respingando no poder executivo por conta de Pequeno ser da mesma coligação. Pequeno está a cada dia se isolando politicamente e tem tecido críticas a gestão de William do Banco.

A ação não atinge prefeito William do Banco(PSDB)

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